
“Pegou o café em cima da mesa e saiu. Andou a rua toda, reta, sem parar. Chegou a um parque abandonado que ali tinha. Sentou em um banco velho, e ali mesmo começou a escrever: “Eu nunca pedi para que se importasse comigo. Mas também, não queria que fosse assim, forjado […] Antes não importando, do que fingindo se importar. Agora fico eu aqui, idiota que sempre fui, chorando por tua causa…” Ela olha ao redor tentando encontrar os braços, um abraco. Um abraco que partiu, que se foi. E nunca mais quis voltar.” (m-elancolias)